CURSO: CURSO EDUCAÇÃO PARA DIVERSIDADE E CIDADANIA – UNESP-SECAD-UAB
PROF(A). RESPONSÁVEL: Elisandra Maranhe
TUTOR(A):Hugo Leandro Nascimento
ALUNOS(A): Adriana de Freitas Mendes
Carine Daniela de Paula Luiz
Carla Cristina Pereira
Aparecida Maria Mastroldi Ferrarezi
O bullying entre estudantes é definido como um ato agressivo intencional e repetido provocado por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia e executado dentro de uma relação desigual de poder, seja por idade, desenvolvimento físico ou relações com o grupo. São atos como empurrar, bater, colocar apelidos ofensivos, fazer gestos ameaçadores, humilhar, rejeitar e até mesmo ameaçar sexualmente.
Esta semana perguntei à meus alunos?
O que os leva a praticar tais maldades com seus colegas?
Ah! Sai, muitas vezes, sem querer e vai crescendo.
Por que deixam chegar este ponto?
Porque vão se juntando mais colegas e ai não dá mais para parar. Caso contrário somos considerados, frouxos, fracos e isso não é legal para nossa moral.
Não concordando com a fala do grupo, que na verdade, apenas um respondia. Eu disse aos outros e aos próprios que procurassem agir diferente, conversando com adultos, com a direção da escola ou com os professores. Vamos praticar estratégias de defesa, de mudanças, retirar-se do local, se possível.
Sugeri, também. Que tal, mudarmos para que o nome da escola e de nossos alunos apareçam na mídia por acontecimentos agradáveis. Parecem ter gostado da idéia, é preciso, agora, levá-la adiante.
Assim como as vítimas tendem a obter mais baixas de auto-estima contra valores elevados de depressão, ansiedade e solidão e os agressores? “Os provocadores? Como sendo agressivos e fisicamente fortes, passariam a conhecer outros valores e os agredidos não se refugiariam na depressão e na solidaão.
Há quem ainda veja estas ações como coisas da idade. Não deixa de ser preocupante que alguns ainda continuem a pensar que estas práticas de poder e os abusos sempre existiram, que as crianças têm de aprender a defender-se, que são coisas de criança e não são nada demais. Tal situação pode ser muito perigosa, porque a violência não forma o caráter, não é inofensiva, não é divertida, não é aceitável. A solução não é nem pode ser vista como um problema qualquer.
Referências
Capellini, Vera Lúcia Messias Fialho
Algumas indicações citadas no capítulo 4
domingo, 14 de março de 2010
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